Li Photogallery: falando de espaços expositivos
    por Ricardo Mendes

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    eventos realizados, fotógrafos participantes e as reproduções
    de capas de catálogos e convites.



    O que faz uma galeria, um espaço expositivo, funcionar? Por que determinadas iniciativas, muitas vezes cercadas de grande promoção na imprensa ou instalações de porte, simplesmente não conseguem obter - além de estabelecer um esquema de sustentação financeira equilibrado - resposta do público?

    Este ensaio pretende apresentar algumas dessas questões, tendo como pretexto a reinauguração em dezembro passado da Li Photogallery, que juntamente com a Galeria Fotótopica, integrava o grupo de galerias especializadas em fotografia na cidade de São Paulo. Ambas haviam interrompido suas atividades no início de 1997, permanecendo como espaços permanentes dedicados à fotografia iniciativas recentes como a Galeria Imágicas.

    Não serão discutidos temas mais amplos como as relações entre arte e fotografia, nem seus desdobramentos como o mercado de arte e o mercado fotográfico. Tratam-se de assuntos que exigem um debate extensivo sobre o sistema de arte na sociedade contermporânea. Parte-se aqui do pressuposto que considerando as formas de difusão da cultura fotográfica é necessário dispor, visando estabelecer uma dinâmica, de um amplo leque de serviços complementares que vão de uma mercado editorial consistente (entendam-se revistas especializadas para os diversos segmentos, impressas ou virtuais), opções de ensino formal, a centros de difusão de informação e debate com as mais variadas configurações. No quadro brasileiro, galerias especializadas em fotografia são assim uma etapa necessária nas últimas décadas, independente da magnitude dos serviços no campo das artes visuais.

    Mas então por que alguns espaços funcionam, como conseguem sobreviver? As respostas seriam:
    Um bom programa de exposições? Uma inserção na mídia adequada? Condições operacionais?

    Com certezas todos esses itens são fundamentais. Mas para observadores e usuários que tenham a pretensão de avaliar esses espacços, tais respostas devem ser interpretadas considerando a atual situação da produção e consumo de cultura fotográfica.

    No caso paulistano, a "ausência" de espaços especializados e de um mercado de arte receptivo à fotografia ao final dos anos 60 gerou propostas como o movimento Photogaleria em São Paulo e Rio de Janeiro no início da década seguinte. Galerias associadas a escolas como a Enfoco surgiram como uma das primeiras opções. Nos anos 70, a Fotogaleria Fotóptica e logo depois a galeria Álbum propunham-se como iniciativas independentes, enquanto galerias isoladas e não mais anexos a outras atividades. A primeira ligada à empresa e associada a revista homônima, publicação que vivia uma de suas melhores fases. A segunda, proposta pelo fotógrafo Zé de Boni, num esquema que procurava estabelecer uma estratégia de sustentação, não implementada integralmente, através de serviços tradicionais como laboratório, locação de estúdio, livraria e novas idéias como a proposta, não realizada, de uma biblioteca para sócios.

    A falta de espaços - ainda que disponíveis em museus e outras instituições públicas, mas aparentemende de forma insatisfatória - levou ao surgimento de varias iniciativas de pequena duração. Os anos 80 mostraram um quadro mais recolhido: o fim da galeria Álbum e uma interrupção da atividades da Fotogaleria Fotóptica que se tornaria a Galeria Fotóptica. Por outro lado, o mercado fotográfico crescia em diversidade e complexidade nos vários segmentos profissionais. Esse "marasmo" dos 80 gerou algumas respostas na década seguinte. Entre elas a abertura da Casa da Fotografia Fuji, da Collector’s e logo depois o surgimento do movimento que gerou o NAFOTO, promotor dos eventos bienais Mês da fotografia iniciados em 1993..

    A Li Photogallery tem seus vínculos iniciais numa dessas iniciativas da virada para os anos 90, a propsota de Lily Sverner e André Boccatto com a editora e galeria Collector’s. E, formalmente, tomava forma, já no endereço da rua da Mata n.80, em 1992, como Collector’s Photogallery e logo depois Li & Boccatto Photogallery, adotando a atual denominação no início de 1994.

    O primeiro ponto diferencial neste caso é a convivência espacial com o restaurante. Este aspecto - tão antigo na história da fotografia - parece hoje um fator estranho para uma parte do público de arte, mesmo considerando a maciça presença de eventos fotográficos em restaurantes e shoppings. Em São Paulo no século XIX não se fugia a esta prática. Exposições em estabelecimentos comerciais variados, em vitrines, em redações de jornal, foram procedimentos usuais até a década de 1940 quando por um lado os museus de arte passam a "incorporar" a fotografia timidamente e por outro fotoclubes como o Fotocineclube Bandeirante criam salões de grande porte inseridos na rotina cultural da cidade.

    Esta situação era partilhada pelas artes plásticas até as décadas iniciais do século XX quando surgem instituições públicas como a Pinacoteca do Estado. Assim, em 1905, quando o fotógrafo Valério Vieira realiza uma grande mostra de suas obras, o evento chama nossa atenção não só por seguir os padrões de montagem para artes plásticas do período com paredes revestidas de tecidos e diversas obras que ocupam todas as paredes de alto a baixo, como pelo tamanho da montagem. Claro, que o gênero praticado por Valerio, célebre pelos enormes panoramas da cidade de São Paulo, era o da fotopintura, o que não reduz a importância do evento.

    O caso da Li Photogallery chama a atenção por ter conseguido conciliar o par espaço expositivo/restaurante de modo a garantir identidade física a cada um dos serviços. Embora formalmeten ocupasse o hall de entrada do restaurante suas dimensões (algo entre quatro por doze metros), com acabamento diferenciado, o conjunto funcionava adequadamente. As novas instalações inauguradas em dezembro reforçaram a separação física entre as atividades, mas mantem a integração visual.

    Condições operacionais formam um tópico relevante. Em especial num contexto como São Paulo que apresenta atualmente grupos de produtores e consumidores em fotografia com perfis mais claros que nas décadas anteriores.

    No entanto, lembrando das diversas iniciativas em São Paulo, é fácil compreender que as condições devem ser medidas pela adequação entre obras expostas e a proposta de relação galeria/público desejada. Um bom exemplo, nos anos 70, era o Gabinete Fotográfico, gerenciado por Rubens Fernandes na Pinacoteca do Estado. Um espaço pequeno com cerca de 15 metros quadrados, sem janelas. A seleção de mostras soube tirar proveito das dimensões do ambiente, que gerava um clima de recolhimento, permitindo valorizar o material exposto e garantindo isolamento do usuário. Intenção evidenciada no próprio nome do espaço.

    Um caso similar, nos anos 80, foi a Parede de Fotografia, no Centro Cultural São Paulo. Proposta e espaço aproveitados corretamente permitiram que um local "inadequado" obtivesse rendimento. Utilizando uma parede de tijolos aparentes de cerca de sete metros de comprimento inserida em frente a um vão central de vinte por quarenta metros para o qual abriam dois pisos dedicados a exposições, tendo no térreo um biblioteca pública, tudo parecia prever um caos. No entanto, o estreitamento do mezanino naquele ponto acabava gerando um recanto em plena "praça". O programa de exposições soube reservar ao espaço mostras de pequeno porte de trabalhos de jovens profissionais ou mesmo de nomes renomados, cujos ensaios apresentados, ainda em desenvolvimento, tinham no local quase um laboratório para mostrar/pensar essas imagens. A proposta reforçava essa idéia ao favorecer eventos com duração inferior a um mês de modo a marcar o aspecto da brevidade, oferecendo ensaios para um primeiro contato com o público.

    Em suma, repetindo, as condições operacionais devem ser adequadas ao gênero de obras expostas e à relação com o público (difusão e/ou venda). E essas relações devem considerar as contínuas mutações em um panorama de produção fotográfica crescentemente diversificado. Isto fica evidente, revendo os anos 80, e a forma como alternativas como feiras de fotografias, exposições de varais e de rua ressurgiam na tentativa de dar vazão a trabalhos de diversos produtores. Em pleno anos 90, após quase duas décadas de experências diversas, a iniciativa do Mês da Fotografia deixa claro que o sistema de difusão pode e deve ser repensado de forma abrangente e inovadora.

     

    Mas o que conta em uma galeria não deveriam ser as imagens e os fotógrafos? Embora elementos centrais, todo espaço expositivo que não tenha sido pensado como fator ativo no sistema de difusão e consumo de imagens não teve continuidade. Excetuando as menções anteriroes, as galerias que não avaliaram seu papel curatorial, adotando linhas de atuação quanto a público consumidor (seja para difusão ou venda) e fotógrafos não definem, antes mesmo de um perfil de sustentação econômica, uma finalidade que possa ser reconhecida socialmente.

    Propostas com a Álbum deveriam ser reavalidas com atenção para eventual aproveitamento, com ajustes necessários, em outros contextos. Espaços associados a empresas fotográficas ou instituições públicas mantêm-se a parte desse debate porque sua sustentação pode ser viabilizada ainda que funcionalmente não apresentem programas claros.

    A opção de Clifford Li em direcionar seus eventos para o campo da publicidade e moda encontrou sintonia com o público frequentador dos restaurantes anexos, não só consumidores de alto padrão econômico, com bom nível de informação cultural, mas muitas vezes eles próprios ligados a estes setores de produção. Segmentação que infelizmente não foi tentada no campo editorial brasileiro de revistas especializadas que ainda permanece restrito a produtos para grande público.

    Produtos adiconais oferecidos pelas montagens da Li Photogallery como catálogos e até mesmo em alguns momentos videos sobre os eventos (que não conseguiram encontrar no entanto um perfil adequado) são aspectos fundamentais para implementar a difusão dos eventos após a inauguração e gerar registros documentais.

    Este ensaio é uma celebração à retomada das atividades da Li Photogallery e uma oportunidade para revermos alguns pontos sobre a questão do perfil funcional dos diversos espaços expositivos possíveis. Campo que mereceria maior espaço para debate após o surgimento das galerias virtuais na internet.

    No entanto, a Li Photogallery é apenas uma opção, uma solução possível, que integra e deve conviver com um sistema amplo e em permanente renovação de difusão de cultura fotográfica que reflita o atual porte da produção nacional. Novas iniciativas, novos perfis funcionais e novos serviços devem ser apresentados e vividos.





    Ricardo Mendes




































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    Fotógrafos
    Relação de participantes de eventos organizados por Clifford Li

    Alessandara Levtschenko11.1994
    Alessandara Levtschenko08.1995
    Álvaro Elkis11.1994
    Angelo Pastorello06.1994
    Angelo Pastorello03.1996
    Aristides Alves05.1995
    Bruno Machado11.1995
    Carlos Gama Jr.06.1996
    Carlos Leistner03.1994
    Christian Cravo08.1996
    Christiana Carvalho02.1993
    Claudia Jaguaribe06.1995
    Claudio de Freitas05.1996
    Claudio Edinger06.1996
    Clicio03.1994
    Elisabete Saviolli - SENAC - lanc. Livro Revelação em Preto e branco08.1995
    Elza Barroso06.1993
    Ernesto Baldan05.1995
    Ernesto Baldan11.1996
    Fabio Cabral (relanc.Anjos Proibidos)12.1995
    Fernando Bagnola11.1994
    Fernando Bagnola08.1995
    FIRST TEAM
      Ávaro Elkis
      Bruno Cals
      Claudia Guimarães
      Claudio Elizabetsky
      Ed Toretta
      Eduardo Pozella
      Ella Durst
      Enno Berwanger
      Ernesto Baldan
      Fernando Bagnola
      Fernando Lousa
      Gui Paganini
      J. R. Duran
      Jean Peter
      Luis Crispino
      Luis Queirós
      Luiz Azevedo
      Marcos Lopes
      Mauricio Nahas
      Morgade
      Paulo Mancini
      Paulo Rocha
      Paulo Wainer
      Sérgio Saraiva
      Tarciso
      Thomas Susemiihl
      Willy Biondani

    10.1995
    German Lorca11.1995
    Gui Paganini04.1994
    Guilherme Mallmann05.1994
    Guilherme Mallmann07.1996
    Ignacio Aronovich01.1996
    J.C. França01.1996
    Janine Niepce11.1992
    Klaus Mitteldorf (lanc.calendário)12.1993
    Klaus Mitteldorf09.1995
    Manuk Poladian11.1995
    Marcos Lopes11.1994
    Marcos Lopes08.1995
    Marylin Bridges05.1993
    Millard Schisler - SENAC - lanc. Livro Revelação em Preto e branco08.1995
    Mostra Fabbricato de Fotografia (coletiva)
      Adriana Lopes
      Claudia Jaguaribe
      Cristina Paranaguá
      Cibele Clark
      Elza Barroso
      Gilda
      Isabel Garica
      Isabel Becker
      Lena Muggiati
      Marcia Ramalho
      Nana Moraes
      Rosa de Luca
      VIlma Slomp

    09.1993
    Nicolas Martin11.1992
    Paschoal Rodrigues01.1995
    Paulo Laborne12.1996
    Paulo Rocha09.1994
    Penna Prearo04.1993
    Projeto Ilford07.1995
    Projeto Luz - Ilford08.1994
    Renato Dutra (expo e lanc.livro Pelas veias da Selva)09.1992
    Ricardo de Vicq de Cumptich10.1993
    Ricardo de Vicq de Cumptich10.1994
    Ricardo Junqueira02.1996
    Ricardo Pimentel09.1995
    Rosa de Luca04.1996
    Rui Mendes10.1992
    Sebastião Salgado10.1992
    Tarciso de Lima11.1995
    Thomas Susemihl10.1994
    Tuca Reines03.1993
    Tuca Reines12.1993
    Tuca Reines07.1995
    Valdir Cruz01.1993
    Victor Amatti09.1996
    Vito D’Aléssio(expo e lanc.livro Pelas veias da Selva)09.1992
















































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    Eventos realizados


    Relação de eventos organizados por Clifford Li


    Vito D'Aléssio e Renato Dutra (expo e lanc.livro Pelas veias da Selva)

    09.1992
    Galeria Collector's
    Sebastião Salgado10.1992
    Rui Mendes10.1992
    Janine Niepce e Nicolas Martin11.1992
    Valdir Cruz

    01.1993
    Collector's Photogallery
    Christiana Carvalho02.1993
    Tuca Reines03.1993
    Penna Prearo04.1993
    Marylin Bridges05.1993
    Elza Barroso06.1993
    Mostra Fabbricato de Fotografia

    09.1993
    Li & Bocatto Photogallery
    Ricardo de Vicq de Cumptich10.1993
    Klaus Mitteldorf (lanc.calendário)12.1993
    Tuca Reines

    12.1993
    Li Photogallery
    Carlos Leistner03.1994
    Clicio03.1994
    Gui Paganini04.1994
    Guilherme Mallmann05.1994
    Angelo Pastorello06.1994
    Projeto Luz - Ilford08.1994
    Paulo Rocha09.1994
    Ricardo de Vicq de Cumptich10.1994
    Thomas Susemihl10.1994
    L'Equipe Agence /NEW FACES'9511.1994
    Álvaro Elkis11.1994
    Paschoal Rodrigues01.1995
    Aristides Alves05.1995
    Ernesto Baldan05.1995
    Claudia Jaguaribe06.1995
    Projeto Ilford07.1995
    Tuca Reines07.1995
    Alessandara Levtschenko, Fernando Bagnola, Marcos Lopes08.1995
    Millard Schisler - SENAC - lanc. Livro Revelação em Preto e branco08.1995
    Klaus Mitteldorf09.1995
    Ricardo Pimentel09.1995
    First Team10.1995
    German Lorca e Manuk Poladian11.1995
    L'Equipe agence/LÁnza New faces'9611.1995
    Fabio Cabral (relanc.os Proibidos12.1995
    Ignacio Aronovich01.1996
    J.C. França01.1996
    Ricardo Junqueira02.1996
    Angelo Pastorello03.1996
    Rosa de Luca04.1996
    Claudio de Freitas05.1996
    Carlos Gama Jr.06.1996
    Claudio Edinger06.1996
    Guilherme Mallmann (G. Mallmann)07.1996
    Christian Cravo08.1996
    Victor Amatti09.1996
    Ernesto Baldan11.1996
    Paulo Laborne12.1996
    Marcos Magaldi12.1997

















































    .
       
    Clicio Barroso
    Clicio Barroso
    1994 - março
       
               
    Carlos Leistner
    1994 - março
       
    Gui Paganini
    Gui Paganini
    1994 - abril
       
    Guilherme Mallmann
    Guilherme Mallmann
    1994 - maio
       
    Angelo Pastorello
    Angelo Pastorello
    1994 - junho
       
    Projeto LUZ - Ilford
    Projeto LUZ - Ilford
    1994 - agosto
       
    Paulo Rocha
    Paulo Rocha
    1994 - setembro
    s
       
    Thomas Susemihl
    Thomas Susemihl
    1994 - outubro
       
    Ricardo de Vicq
    Ricardo de Vicq
    1994 - outubro
       
                                 
    L'Equipe Agence/New Faces 95
    1994 - novembro
       
    Alvaro Elkis
    Álvaro Elkis
    1994 - novembro
       
    Paschoal Rodrigues
    Paschoal Rodrigues
    1995 - janeiro
       
    Ernesto Baldan
    Ernesto Baldan
    1995 - maio
       
    Aristides Alves
    Aristides Alves
    1995 - maio
       
                         
    Claudia Jaguaribe
    1995 - junho
       
    Projeto Ilford - I Concurso Ilford/Microservice
    Projeto Ilford
    1995 - julho
       
    Tuca Reines
    Tuca Reines
    1995 - julho
       
                            
    A.Levtschenko, F. Bagnola, M.Lopes
    Levtschenko,Bagnola, Lopes
    1995 - agosto
       
                                 
    Lanc.do livro Revelação em preto e branco: a imagem com qualidade de
    Milltad Schisler e Bete Saviolli
    1995 - agosto
       
    Klaus Mitteldorf
    Klaus Mitteldorf
    1995 - setembro
       
    Ricardo Pimentel
    Ricardo Pimentel
    1995 - setembro
       
    First Team
    First Team
    1995 - outubro
       
    L'Equipe Agence New Faces'96
    L'Equipe Agence
    1995 - novembro
       
    German Lorca e Manuk Poladian
    German Lorca/ Manuk Poladian
    1995 - novembro
       
    Fabio Cabral
    Fabio Cabral
    1995 - dezembro
       
                         
    Ignacio Aronovich
    1996 - janeiro
       
    J.C.Franca
    J. c. França
    1996 - janeiro
       
    Ricardo Junqueira
    Ricardo Junqueira
    1996 - fevereiro
       
    Angelo Pastorello
    Angelo Pastorello
    1996 - março
       
    Rosa de Luca
    Rosa de Luca
    1996 - abril
       
    Claudio de Freitas
    Claudio de Freitas
    1996 - maio
       
    Carlos Gama Jr (Marjorie Andrade)
    Carlos Gama Jr.
    1996 - junho
       
    Claudio Edinger
    Claudio Edinger
    1996 - junho
       
    G. Mallmann
    G. Mallmann
    1996 - julho
       
    Christian Cravo
    Christian Cravo
    1996 - agosto
       
    Victor Amatti
    Victor Amatti
    1996 - setembro
       
    Ernesto Baldan
    Ernesto Baldan
    1996 - novembro
       
    Paulo Laborne
    Paulo Laborne
    1996 -dezembro
       
    Marcos Magaldi
    Marcos Magaldi
    1997 - dezembro
       





























































     
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    Fontes/Agradecimentos



    FotoPlus agradece a Clifford Li pela permissão de reprodução dos convites e catálogos para inclusão nesta edição do boletim Páginas Negras.

















    Página criada por Ricardo Mendes
    30.02.1998 - criação
    03.02.1998 - atualização